
Disponivel em: www.cooperdown.net
Camila: Hummmmm, essa aí só desce com um Campari, aquele, do vermelho. Viiiiiixe!!!Só provando mesmo para dizer que não gosto. E o pior, todas as pessoas que estão ao meu redor, O-D-E-I-A-M; Camapari é froid.
Márcia: Rapaz, até que tentei tomar. Dizem que é chique, gosto apurado. Mas, meu fígado e meu paladar disseram outra coisa: amargo e forte que só o diabo.
Disponível em: www.zombie6.ro
Camila: Assim é Malú Magalhães para mim, um Campari: sem goooooosto! Só ouvia falar dessa garota de 15 anos, febre no My Space, revolucionária, hype e blá blá blá. Olhei de cara e não gostei. Espontâneo.Nem parei para analisar nada, a história dela, quem ela canta, nada!. Aquele jeitinho de criança quero ser cult e intelectual não me convenceu. Na verdade não gosto de nada que tenta ser diferente para “não chamar a atenção” e acaba indo à contramão da proposta. Igualzinho ao grupo O Teatro Mágico (OTM), os palhaços lúdicos (que agora se chamam Clowns, é mole) e cantores, que usaram este artifício para se tornarem famosos. A tal bandeira da autenticidade. Só que neste caso as avessas. Malú e OTM reúnem tudo o que eu não gosto desde criança.
Márcia: Glut, Glut, Glut !!! Mila reforço o que você disse: Campari é insosso!!! Ave Maria!!! Quanto a Malú Magalhães.... Ouvi falar pouco dessa garota e também não gostei. A música dela, ela, a aparição espontânea na mídia, não desperta nada em mim, simplesmente não gosto. Cheguei até a olhar na internet e assisti uma aparição dela em Faustão, mas, como te disse, espontâneo como já dizia nosso amigo Pareyson na teoria da recepção estética. E mais, gosto se discute e não é igual a Cú, não. Pelo contrário, ele é compartilhado, uma sucessão de conceitos culturais que se cruzam ao longo da vida, e das experiências culturais das pessoas que passam em nossa vida.
Camila: Vá divagar ai viu Márcia, tá pensando que é água de coco é!!!!! Imagine se você gostasse de Campari.
Camila: Assim é Malú Magalhães para mim, um Campari: sem goooooosto! Só ouvia falar dessa garota de 15 anos, febre no My Space, revolucionária, hype e blá blá blá. Olhei de cara e não gostei. Espontâneo.Nem parei para analisar nada, a história dela, quem ela canta, nada!. Aquele jeitinho de criança quero ser cult e intelectual não me convenceu. Na verdade não gosto de nada que tenta ser diferente para “não chamar a atenção” e acaba indo à contramão da proposta. Igualzinho ao grupo O Teatro Mágico (OTM), os palhaços lúdicos (que agora se chamam Clowns, é mole) e cantores, que usaram este artifício para se tornarem famosos. A tal bandeira da autenticidade. Só que neste caso as avessas. Malú e OTM reúnem tudo o que eu não gosto desde criança.
Márcia: Glut, Glut, Glut !!! Mila reforço o que você disse: Campari é insosso!!! Ave Maria!!! Quanto a Malú Magalhães.... Ouvi falar pouco dessa garota e também não gostei. A música dela, ela, a aparição espontânea na mídia, não desperta nada em mim, simplesmente não gosto. Cheguei até a olhar na internet e assisti uma aparição dela em Faustão, mas, como te disse, espontâneo como já dizia nosso amigo Pareyson na teoria da recepção estética. E mais, gosto se discute e não é igual a Cú, não. Pelo contrário, ele é compartilhado, uma sucessão de conceitos culturais que se cruzam ao longo da vida, e das experiências culturais das pessoas que passam em nossa vida.
Camila: Vá divagar ai viu Márcia, tá pensando que é água de coco é!!!!! Imagine se você gostasse de Campari.
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